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Thursday, February 10, 2011
Porque alguns carros mudam só na dianteira e quase nada na traseira?
Estava no meu carro parado em um congestionamento e na minha frente havia um Fiesta, vi que era um Fiesta comum, portanto não dei muita bola, o trânsito finalmente andou e o Fiesta foi para a pista da direita, eu o ultrapassei e percebi que se tratava do novo Fiesta reestilizado, quis ver melhor a frente mas precisei prestar atenção no trânsito, acho que pensam que a traseira é a parte menos notada no carro, isso é um engano, pois se eu me deparasse com uma traseira de carro diferente eu ficaria mais curioso, e de admirá-lo por alguns minutos talvez eu pensasse na hipótese de comprá-lo, não que eu tenha dinheiro pra comprar um carro zero e não porque seja exatamente esse carro, mas isso é um fato corriqueiro que poderia acontecer com qualquer um, o que quero explicar nesse texto é que a traseira de um carro as vezes pode ter uma divulgação maior do que a frente, se está no transito você vê apenas traseiras, as dianteiras passam rapidamente pela esquerda, nem dá tempo de vê-las direito, salvo se tiver estacionado ou anúncios de revistas, mas é diferente vê-lo ao vivo do que em uma foto. Não sei o que as montadoras pensam a respeito, talvez por corte de gasto no projeto ou simplesmente carros que logo sairão de linha não compensariam tanto investimento, não tem o porque disso, pois o comprador estaria levando para casa um suposto novo carro que foi apresentado como "Novo" Carango, etc, e tem que ser também novo na traseira ou ele estará levando meio carro novo.
O caso do "Novo" Fiesta hatch é o mais explícito, pois recebeu uma frente interessante e atualizada (que já está sendo conhecida pela net como frente Spock) mas o bom trabalho dos designers foi por água abaixo com a mudança ZERO do para-brisa para trás, a frente do carro simplesmente não casa com a traseira, e o mais incrível é que esta já é a segunda reestilização que o carro sofre e a traseira pela segunda vez não muda, apenas um fumê na lanterna, o que poderia ser feito seria uma inspiração no modelo Figo, que não é uma unanimidade mas pelo menos mostra que é um modelo diferente quando visto de traseira. Tudo bem que fica mais cara uma mudança na chapa do carro, mas há pontos que podem ser facilmente mudados com criatividade sem alto custo como a posição das luzes na lanterna, mudança no desenho do para-choque que é de plástico, e o velho truque da mudança da placa da tampa para o para-choque e vice-versa as vezes funciona. Uma vez fiz um pitaco no Fiesta. O uso de apliques ajuda um pouco na mudança do visual, no caso do novo Celta melhorou em termos, já que não mudou tanto na frente nem atrás , uma imitação de spoiler e um aerofólio dão uma ar mais esportivo, mas a lanterna poderia sofrer alguma mudança na configuração das luzes, ganhou apenas um fumezinho básico, pra variar. Se visto de traseira, parece diferente mas fica parecendo um carro personalizado pelo próprio dono e não original de fábrica.
O caso da Space Fox foi uma sacada bem interessante, pois abaixo da lanterna temos apenas peças de plástico, a lanterna além da nova disposição de luzes ficou reta embaixo e com algumas mudanças na peça que liga ao parachoque e na tampa, temos uma nova lanterna que combina com o desenho da nova dianteira. No caso do hatch o formato não mudou, mas a configuração das luzes sim, e quando visto de traseira pode-se ver que se trata de um novo modelo.
Apesar do Palio ter passado por 3 reestilizações, todas elas passaram por mudanças nas traseiras, e nesta última teve até mudanças nos vincos laterais visto de trás pode-se dizer exatamente qual geração ele pertence, é o correto quando se faz um face-lift, mas... montadoras, não façam isso em casa, uma ou no máximo duas reestilizações já bastam para a próxima vez mudar completamente a carroceria.
A segunda geração do Gol (bola) também mudou várias vezes e sempre deram um jeito de fazer alguma mudança nas lanternas, tampas e parachoques.
A segunda geração do Gol (bola) também mudou várias vezes e sempre deram um jeito de fazer alguma mudança nas lanternas, tampas e parachoques.
Labels: Matéria
Tuesday, November 23, 2010
Confesso que fico meio perdido quando se fala em carro chinês, é muito carro vindo de uma vez só e é difícil assimilar todas as marcas, mas pesquisando um pouco, consegui listar na minha opinião os carros chineses mais interessantes visualmente, não necessariamente os vendidos por aqui. Mas em questão de mecânica e custo benefício não faço a mínima idéia de como sejam. Como não dispenso um bom filme de kung-fu com legendas dessincronizadas, vamos à lista...
MG 550 - Marca de origem britânica mas atualmente fabricado na China, em questão estética é o mais belo carro produzido por lá, tinha que ser, pois essa é uma marca de respeito.
Brilliance FRV - Eu não consegui achar semelhança com outro carro, eu gostei do visual.
Chevrolet Sail - Marca americana, mas o projeto é chines, a frente é bem agressiva, a traseira, nem tanto, bom se fosse nosso novo Celta ou Corsa.
Geely Panda - Não sei se já o estão fabricando, a primeira vista parece ser um carro bem estranho, mas não é que o pokemon se parece mesmo com um urso panda?
Chery Cielo - Já presente em nossas ruas, o Cielo tem estilo, principalmente na bela traseira.
Haima 2 - Ou meus olhos estão falhando ou isto é um Mazda 2, enfim, eu curto o Mazda 2.
Chana Bennin - Me parece um outro modelo, Toyota Aygo, talvez, mas é legal.
Chery S18D - Não é um primor de desenho mas pelo menos aparenta ter identidade própria, não lembro de algo semelhante.
VW Lavida - Projetado na China, o Lavida seria como um novo Santana para eles, poderia ser um novo Santana para nós também, a um preço camarada, porquê não?
Jac J5 - Outro sedan de linhas interessantes, bem atual e aparentemente original.
Labels: 10 mais, Carros do Mundo, Chines, Matéria
Friday, November 12, 2010
A Willys foi uma das pioneiras no Brasil, com os modelos Jeep, Rural, Aero-Willys e Gordini, mas se essa realidade permitisse que a empresa fosse mais competitiva em nosso mercado, como ficaria esse cenário?
Já que na época a Willys era da Kaiser, a alternativa ao Aero seria o belo Kaiser Manhattan, que também era fabricado pela IKA argentina com o nome de Carabela.
Se a escolha fosse mesmo o Aero Willys, havia uma versão interessante nos EUA, a versão coupé Bermuda do Aero Ace. Montado no chassi do Jeep uma versão de cabine avançada que poderia ser a Kombi da Willys.
Já que na época a Willys era da Kaiser, a alternativa ao Aero seria o belo Kaiser Manhattan, que também era fabricado pela IKA argentina com o nome de Carabela.
Se a escolha fosse mesmo o Aero Willys, havia uma versão interessante nos EUA, a versão coupé Bermuda do Aero Ace. Montado no chassi do Jeep uma versão de cabine avançada que poderia ser a Kombi da Willys.
O Gordini em meados da década de 60 seria substituído pelo Renault 8 ou pelo versátil e simples Renault 4 que já apresentava motor e tração dianteiros.
O Capeta era um esportivo grande com a mecânica do Aero mas teve seu projeto cancelado, poderia ter sido um belo esportivo nacional. Já o Interlagos houve uma tentativa de modernizá-lo com uma nova frente mas o projeto também foi cancelado.
O Aero ou o Kaiser seguiria tranquilamente pela década de 60 já que a Renault não tinha modelos de grande porte na época. A imagem ao lado foi um protótipo do Aero que a Ford fez (frente inspirada nos Lincoln) no início dos anos 70 mas não vingou, preferiram esperar pelo Maverick.
A linha Jeep estava bem com o CJ e Rural, o Saci (foto do início da postagem) era uma versão conversível e mais esportiva da Rural, inspirado no Jeepster americano, a frente do protótipo segue o padrão brasileiro, chegou a ser mostrado no salão do automóvel mas foi outro projeto cancelado pela Willys.
Chegamos ao que interessa, a década de 70, e se a Willys do Brasil não tivesse sido comprada pela Ford? A Willys, subsidiária da americana Kaiser-Jeep, também fabricava carros da Renault sob licença, no final da década de 60 a Willys vinha preparando a chegada do Renault 12, mas com a compra da Willys pela Ford esse projeto passou por algumas modificações e foi lançado como Corcel, as imagens acima dão a idéia de como seria o principal modelo da Willys nos anos 70, sedan e perua.
Como a Kaiser-Jeep foi comprada pela AMC em 1970 a Willys nacional não teria muitas opções para substituir o Aero, a Willys teria que projetar um novo Aero no Brasil ou nacionalizar algum modelo maior da AMC como o Matador ou o Ambassador, porém com esses nomes teriam que ser outros no Brasil, rs. Esses modelos concorreriam com os Dodge.
Caso não fosse necessário um carro tão grande como o Ambassador uma boa opção era o Renault 30, lançado na França em 1975 um Renault um pouco maior e mais luxuoso, mas não esconde a semelhança de um Passat...
Outros modelos pouco prováveis da AMC mas que merecem ser lembrados seriam o médio Hornet e sua versão hatch, o Gremlin. Pessoalmente apostaria mais nos modelos da Renault.
Caso não fosse necessário um carro tão grande como o Ambassador uma boa opção era o Renault 30, lançado na França em 1975 um Renault um pouco maior e mais luxuoso, mas não esconde a semelhança de um Passat...
Outros modelos pouco prováveis da AMC mas que merecem ser lembrados seriam o médio Hornet e sua versão hatch, o Gremlin. Pessoalmente apostaria mais nos modelos da Renault. Para os utilitários a opção mais barata seria reestilizar a frente da Rural para os anos 70 ou simplesmentes substituí-la pelo Cherokee 2 portas e o Wagonner 4 portas, este último, mais luxuoso, concorreria com a Veraneio da GM. O Jeep CJ acompanharia a evolução do modelo americano com algumas melhorias.
Para substituir o R8 ou o R4, o trunfo seria o simpático Renault 5, lançado em 1972 na França chegaria aqui em 1976, seria um grande concorrente para o 147 da Fiat. Chegou a existir sua versão sedan, o R7.
Se o Interlagos seguisse a cartilha do Alpine teríamos um carro bem exótico no Brasil, será que vingaria? A esquerda vesão para a década de 70 e a direita para os anos 80.
Para os anos 80 acredito que a Renault dominaria a divisão de carros de passeio aumentando sua participação na parceria, e a sócia americana se encarregaria dos Jeeps. O médio Renault 18 substituiria o 12, o Fuego como versão coupé, o 11 viria como um médio do porte do Ford Escort, enquanto o Renault 5 seguiria firme com algumas melhorias até a chegada do Clio nos anos 90.
Para a linha Jeep o renovado Cherokee de 1984 e a picape Comanche talvez seriam os últimos descendentes da Willys no Brasil, pois após a compra da AMC pela Chrysler em 1986 não saberia dizer o que o futuro reservava, mas a fase Chrysler fica para outra realidade alternativa.
Com a venda da AMC para a Chrysler acredito que a Renault ficaria com todas as operações na america do Sul e seguiria em frente com os seus modelos. Para a década de 90, o Clio substituiria o bom e velho R5, o 19 hatch e sedan tomariam o lugar do 11, o modelo 18 seria substituido pelo 21. A minivan Espace também poderia ter dado as caras por aqui.
Em meados da década de 90 o Laguna entraria no lugar do 21 e quem sabe o genial Twingo não poderia ser nacionalizado para combater o Ford Ka?
Para o novo milênio, além da evolução do Clio e a minivan Scenic, talvez até o Logan, o Laguna de segunda geração também poderia ser produzido e o Megane nacional.
O estranho Megane 2 não faria tanto sucesso por aqui sendo rapidamente substituido pela sua terceira geração, a Scenic e a Espace também ganhariam novas gerações.
Como todos sabem essa realidade alternativa seria baseada em um cenário econômico mais favorável, com altos investimentos e um público mais exigente.
Como todos sabem essa realidade alternativa seria baseada em um cenário econômico mais favorável, com altos investimentos e um público mais exigente.
Labels: Matéria, Realidades Alternativas, Renault, Willys
Wednesday, October 6, 2010
Em um cenário fictício quais modelos a VW também poderia ter fabricado no Brasil?
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| VW 1500 (Type 3) |
A VW já fabricava o Fusca e a Kombi no Brasil desde o final dos anos 50, depois veio o Karmann-ghia, mas permaneceu assim por quase uma década até a chegada do VW 1600, mas e se a VW quisesse antecipar um modelo mais atualizado que o Fusca? O que eles tinham na Europa era o 1500 (Type 3) seria um parente do 1600 (popular Zé-do-Caixão), Variant e TL. Lançado na Alemanha em 1961 poderia ter desembarcado por aqui em 1965, como sedan, fastback e perua, poderiam situar num segmento um pouco mais sofisticado que o do Fusca no qual cedeu a plataforma. Pessoalmente achei o sedan bem legal.
Para a década de 70, um projeto que quase veio por aqui foi o Type 181 (conhecido por Thing), uma espécie de utilitário com a plataforma do Fusca, o nome cogitado para o Brasil seria Safari, visualmente é um fusca quadrado. Houve outro projeto para um utilitário de design nacional mas foi descartado e lançado independentemente no mercado fora-de-série como o Jeg.
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| Audi 100 Sedan e fastback |
Vamos supor que a VW decidisse entrar na briga do segmento de carros de luxo dominado pelos Dodge Dart, Chevrolet Opala, Ford Landau e Alfa Romeo. A idéia de introduzir o Audi 100 no Brasil seria tentadora, claro, a VW teria que investir bastante no projeto, o Audi 100 foi lançado em 1968 e poderia ser produzido por aqui em 72 ou 73.
A Audi também poderia aumentar a gama de modelos introduzindo o modelo 80 que compartilhava plataforma com o Passat.
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| Audi 80 e o Audi 100 em sua geração para os anos 80 |
A Audi também poderia aumentar a gama de modelos introduzindo o modelo 80 que compartilhava plataforma com o Passat.
Talvez para baratear a VW decidiu pela Variant II, mas acredito que a sua versão perua poderia ser um pouco mais cara mas seria mais bem sucedida que o "Variantão" e poderia concorrer com a Caravan da Chevrolet.
A Kombi que havia parado no tempo poderia ter sido substituida pela Transporter T3 nos anos 80, até os caminhões VW tinham essa cara. Mesmo nos dias de hoje esse visual não seria tão defasado.
Até o Fusca parou no tempo aqui no Brasil, na Alemanha e México ao longo do tempo ele ganhou janelas maiores, novo painel além de outros detalhes.
Gol e Parati poderiam ter versões 4 portas, apesar da pouca aceitação na época, fiz só por curiosidade, quanto ao Gol, a versão 4 portas poderia ter uma traseira menos inclinada como a do Golf, para dar um conforto maior aos passageiros de trás. O polo europeu dessa época era quase assim, tinha uma versão com traseira menos inclinada e outra mais reta.
E se a VW quisesse abandonar aos poucos o motor refrigerado a ar em favor do motor refrigerado a água em todos seus modelos (exceto Fusca e Kombi)? Alguns protótipos chegaram até a existir como foi o caso da Brasília e do SP3, o motor seria dianteiro e as frentes ganhariam entradas de ar.
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| Polo, Golf, Karmann-ghia e Scirocco |
Todos sabem que a VW teve uma brilhante equipe de criação principalmente nos anos 60, 70 e 80, que criaram clássicos nacionais como o Brasilia, SP2, Karmann-ghia TC e Gol, mas esses carros só foram criados devido a uma queda de braço entre o presidente da VW brasileira com a VW alemã, a matriz queria os mesmos carros (ou quase) de acordo com o padrão alemão em todos os países que fabricassem VW. Mas se a matriz impusesse o padrão alemão no Brasil? como seria o cenário sem o Brasília, SP2, KGTC e Gol? A primeira opção seria o Golf para ficar um nivel acima do Fusca, o Polo também seria uma opção mais barata, mas acredito que por causa do Fusca o Golf ganharia a parada para os anos 70 e deixando o Polo só para início dos anos 80. O Karman-ghia TC e o SP2 não vingariam, uma alternativa era o Karmann-Ghia Type34, ou esperar mais tarde pelo Scirocco, mas seriam opções remotas.
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| Polo e Golf para os anos 80 |
E se a VW não tivesse comprado a Autounion? Não sendo os donos da Audi, DKW e cia, eles não teriam a eficiente mecânica dos motores refrigerados a água (lembram do AP? é esse mesmo) em carros como o Passat e o Golf, teriam que depender por mais um tempo dos motores boxer até desenvolverem um motor novo.
No Brasil seguiriam normalmente com Fusca, Kombi e seus derivados, mas com o 1600 (zé-do-caixão) não fazendo o sucesso esperado eles precisariam de um sedan, talvez até uma versão sedan do Brasilia. O próprio Gol em suas primeiras versões já tinha motor refrigerado a ar.
Mas se a VW não tivesse comprado a Autounion, ela ainda teria adquirido a NSU, e até chegou a lançar esse modelo com o logo da VW, o K70, chegou a ter motor convencional, mas como nessa realidade eles não teriam a mecânica refrigerada a água, o carro seria equipado com motor rotativo, um motor complicado para o Brasil, mas seria uma tentativa. Ja pensaram em um VW nacional com motor Wankel?
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| VW Polara e V100 |
E se a VW ao comprar a Chrysler brasileira, ela quisesse reaproveitar esses carros com o logotipo alemão? Quanto ao Polara poderiam ter feito algo semelhante com o VW 1500 argentino, que era um Polara 4 portas. A picape D100, tinha parado de ser produzida uns anos antes, mas poderia ser reativada e otimizada para os anos 80 e oferecer algum combate a F1000 e D20.
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| VW Magnum? |
Para fechar a matéria com chave de ouro no quesito bizarrice, e se a VW mantivesse o Dodge Magnum e derivados? Teriam coragem de inserir um logo VW no brutamontes? Por curiosidade acabei fazendo isso, é bem estranho mas seria o maior VW do mundo até então. Fãs da Dodge, não levem a sério, rs.
O conteúdo da matéria é uma ficção em uma realidade alternativa, onde seria considerado um cenário econômico mais favorável e um publico mais exigente, assim como as demais postagens desse tema.
A matéria da VW na autolatina e nos anos 90 continua em uma postagem futura.
O conteúdo da matéria é uma ficção em uma realidade alternativa, onde seria considerado um cenário econômico mais favorável e um publico mais exigente, assim como as demais postagens desse tema.
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